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Posted by BradyNet (Thursday, November 18, 1999)
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Emerging Market Stories on the Web

 Latam wrap -- Chilean growth slower, peso moves lower (Intermoney, 08-17) - The Chilean peso pulled back on Wednesday, after a full week of gains. (Wednesday, August 16, 2000 8:43:15 PM)

 Latam currencies -- Rate fears to rattle real (Intermoney, 08-17) - The Brazilian real should creep lower on Thursday as expectations of another interest-rate cut build. (Thursday, August 17, 2000 11:30:08 AM)

 Latam bonds -- Argentina to gain from growth news (Intermoney, 08-17) - Argentine debt should climb on Thursday, boosted by a stronger-than-expected growth report. (Thursday, August 17, 2000 10:22:58 AM)

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03-15-00  manya: The falls on the stock
exchanges over the past two days have written off the excellent gains that had been obtained by shares this year and returned the profitabliltiy ranking leadership to fixed income investments.

For the year up to the present, the São Paulo stock exchange has accumulated a high of only 0.8% and a 2.5% fall in March. Meanwhile, the average net rate paid by bank certificates of deposit (CDBs) was up 2.9% for the year and up 0.4% for the month, according to the National Association of Investment Banks. For the same period, Financial Investment Fund (FIF) interest rate futures contracts (DI), which accompany the interbank interest rates, registered a 3.9% increase in value for the year and 1.1% in March. Fixed income Financial Investment Funds


03-09-00  Farias: Pelo menos
quatro empresas e dois bancos preparam para os próximos dias novas captações externas que, somadas, devem chegar a US$ 500 milhões. Estão sendo esperadas operações da empresa de saneamento básico paulista, a Sabesp, da empresa de telefonia celular do Rio e Espírito Santo, a ATL, da companhia elétrica do Paraná, a Copel, do grupo Rede, do empresário Jorge Queiroz, do Boavista e de um outro grande banco. Essas empresas devem tirar proveito da redução do custo das captações brasileiras, que recuou de 11,75% em agosto de 1999 para menos de 9% nas últimas operações. Por outro lado, as corporações brasileiras ainda tentam superar a cautela dos investidores estrangeiros para obter prazos mais longos para os financiamentos, que neste ano não romperam a barreira dos dois anos. Em março estão previstos vencimentos de US$ 650 milhões, segundo a Associação Nacional dos Bancos de Investimento

03-02-00  Rodolfo: Sonho ou realidade?
Uma dádiva do céu (do céu, do céu) Vi no morro da mangueira
Sambar de porta-bandeira
A princesa Isabel

03-02-00  manya: Os títulos da dívida externa da maioria dos países emergentes fecharam em alta impulsionados pelo otimismo dos investidores ante a boa aceitação da emissão bônus do México. Ontem, o governo mexicano lançou 1 bilhão de euros (US$ 970 milhões) em bônus de dez anos. A colocação obteve rendimento de 7,603% ao ano e spread de 210 pontos base sobre os papéis similares do governo alemão. Os PARs mexicanos tiveram alta de 1,05%, totalizando 81,66% do valor nominal. Os bônus venezuelanos seguem em alta sustentandos pela percepção do mercado de que o governo fará em breve uma recompra de bônus como um esforço para reduzir suas obrigações com a dívida. Os PARs da Venezuela tiveram alta de 2,33%, cotados a 71,06% do valor de face, enquanto que no Brasil os C-Bonds tiveram baixa de 0,01%, negociados a 73,54 centavos por dólar.

03-01-00  manya: SÃO PAULO, 1º de março de 2000 - O mercado secundário dos títulos da dívida externa soberana dos países emergentes encerrou com ganhos na sessão de ontem. Os investidores deixaram levar-se pelo otimismo com a elevação da perspectiva das classificações das dívidas brasileiras de "estável" para "positiva". De acordo com operadores, a melhora do rating da dívida brasileira aumenta as chances de que a classificação dos papéis mexicanos também seja revisada para cima. Entre os papéis brasileiros, os C-Bonds subiram 0,93%, para 73,55 centavos por dólar, enquanto os IDUs fecharam estáveis a 99,55% do valor de face,

02-29-00  JG: Os títulos da dívida externa dos países emergentes fecharam com tendência mista na segunda-feira, recebendo sustentação da alta das ações em Nova York, onde o índice Dow Jones subiu 1,79%. Segundo analistas, o mercado continua cauteloso, na expectativa de novos indicadores que possam antecipar qual será a política do Fed (Federal Reserve Board, banco central dos Estados Unidos) em relação aos juros do país. Entre os papéis brasileiros, os C-Bonds, títulos da dívida de maior liquidez no mercado, recuaram 0,21%, para 72,87% do valor de face, enquanto os IDUs fecharam estáveis, a 99,55% do valor nominal

02-29-00  Pinto: O mercado cambial ficou bastante animado com a melhora da classificação de risco do Brasil pela agência Standard & Poor's, que revisou a perspectiva do País de "estável" para "positiva". Segundo analistas, isso significa que a instituição pode elevar a o 'rating' soberano da dívida brasileira. O C-Bond, brady brasileiro mais líquido, subia 1,29% há pouco, cotado a 73,81 centavos por dólar. O resultado é que o dólar operava em baixa de 0,55% frente à Ptax (média de negócios realizados com a moeda norte-americana no dia anterior), sendo comprado a R$ 1,767 e vendido a R$ 1,769. Em relação aos R$ 1,78 do fechamento de ontem, a divisa também registrava desvalorização. Os players também comentam que outro motivo para a tranqüilidade é a persepctiva de fluxos positivos no curto prazo, já que algumas empresas e bancos fizeram captações no exterior.

02-28-00  Pinto: Brasil ha lanzado una nueva emisión de un bono soberano de 30 años por US$ 1.000 millones. También el sector privado coloca títulos de deuda, como fue el caso esta semana de Banco Itaú, por US$ 100 millones, y se comenta sobre un inminente alud de más bonos corporativos (títulos de deuda de las empresas privadas), entre ellos ABN Brazil, Credibanco, Cablevision y Globo Par. Este último, incluso, ya cuenta con una calificación B2 (la misma de los bonos del gobierno, un escalón debajo de sus pares argentinos) por parte de Moodys. Como puede apreciarse, el clima para los bonos regionales es muy receptivo.

02-25-00  manya: O mercado secundário dos títulos da dívida externa dos países emergentes encerrou sem definir tendência na sessão de ontem. A queda da Bolsa de Valores de Nova York, em que o índice Dow Jones caiu 1,30%, afetou os negócios, mas a emissão de bônus globais do governo brasileiro deu algum suporte ao mercado. Ontem, o Brasil emitiu US$ 1 bilhão em bônus globais de 30 anos de prazo, com cupom de 12,25% e rendimento de 13,151% anuais. A demanda do mercado pelos papéis chegou a US$ 2,4 bilhões, segundo o Banco Central brasileiro, o que abre a possibilidade para que a emissão seja reaberta antes da liquidação, prevista para 6 de março. O governo brasileiro ainda deve realizar uma emissão de bônus em ienes entre US$ 200 milhões e US$ 300 milhões, em abril. Entre os papéis brasileiros, os C-Bonds, títulos de maior liquidez do mercado, recuaram 0,31%, cotados a 72,87 centavos por dólar, enquanto os IDUs tiveram alta de 0,06%, negociados a 99,55% do valor de face

02-24-00  Pinto: Banco Itaú lançou hoje US$ 100
milhões em bônus de 2 anos. E a Globalpar deve confirmar na quinta-feira a captação de outros US$ 100 milhões em eurobônus. Além dessas entradas, há boatos de que o governo prepara a emissão de 1 bilhão de bônus de 30 anos no mercado norte-americano. A confirmação da operação deve sair ainda hoje. Nessa semana, o governo também teve autorização para uma emissão em ienes, mas não há prazo para a efetiva colocação dos papéis.

02-24-00  Pinto: O grupo
Inepar, em reestruturação, contratou Ademir Pautasso Nunes como chefe executivo financeiro (CFO - Chief Financial Officer). Especializado na área de negócios com empresas, Nunes vem da direção do Citibank para responder pelas finanças da holding Inepar. Além de CFO da holding, onde trabalhará no planejamento estratégico e operações de engenharia financeira, ele será vice-presidente de finanças e relações com investidores da Inepar S.A. Indústria e Construções

02-15-00  Rodolfo: SÃO PAULO, 15 de fevereiro de 2000 - O mercado secundário de títulos da dívida finalizou as operações de segunda-feira com tendência mista, com muitos papéis prejudicados pela volatilidade do mercado acionário nova-iorquino. O destaque da sessão foram os papéis russos. Os PRINs da Rússia subiram 3,37%, para 23,22% de seu valor de face, depois de o governo russo ter anunciado na sexta-feira a renegociação com seus credores dos US$ 31,8 bilhões em dívidas da era soviética. A medida deve permitir ao país voltar a ter acesso a empréstimos externos. Entre os papéis brasileiros, os C-Bonds caíram 0,36%, para 73,13 centavos por dólar, enquanto os IDUs elevaram-se 0,19%, para 99,43% de seu valor de face. Os FRBs da Argentina cederam 0,09%, para 91,73% de seu valor nominal. O governo argentino anunciou na sexta-feira que trocou US$ 3,45 bilhões de bônus do Tesouro por bônus Brady e outros títulos, para reduzir o déficit orçamentário.

02-14-00  manya: Os títulos da dívida externa dos países emergentes finalizaram as operações de sexta-feira com tendência mista. Os C-bonds ganharam 0,26%, para 73,49% de seu valor de face. A forte alta acumulada dos papéis brasileiros na semana passada, que começaram a segunda-feira cotados a 70,62 centavos por dólar, foi puxada pelo otimismo com a economia brasileira. Segundo analistas, a melhora do rating da Argentina e a possibilidade de upgrade do crédito externo mexicano incentivaram os negócios, já que começam a circular rumores de que o Brasil pode ter seu rating elevado nas próximas semanas. A Moody's anunciou que colocou o rating de crédito externo do México em revisão para possível elevação, enquanto a S&P informou que a perspectiva da Argentina foi elevada para estável. Na sexta-feira, a Argentina anunciou que trocou US$ 3,45 bilhões de bônus do Tesouro por bônus Brady e outros títulos, para reduzir o déficit orçamentário. Com a venda, a Argentina economizará cerca de US$ 675 milhões em pagamentos de bônus que vencem neste ano. Os FRBs argentinos elevaram-se em 0,17%, para 91,73% de seu valor de face, enquanto os PARs mexicanos recuaram 0,31%, para 80,87% de seu valor nominal. Na sexta-feira à noite, a Rússia informou que chegou a um acordo com seus credores a fim de reduzir US$ 31,8 bilhões em dívidas da era soviética e estender esses pagamentos para os próximos 30 anos. A medida deve permitir ao governo russo voltar a ter acesso a empréstimos de outros países. Os PRINs russos avançaram 4,04%, para 19,85% de seu valor de face.

02-11-00  Aimar: A Rússia e o Deutsche Bank daAlemanha, representando os bancos credores do país, informaramnesta sexta-feira à tarde que chegaram a um acordo que aliviaconsideravelmente sua dívida de 32 bilhões de dólares. ``Sim. Nós fizemos um acordo´´, disse ovice-primeiro-ministro da Rússia, Mikhail Kasyanov, aosrepórteres. O acordo deu à Rússia um alívio de mais de 50 porcento em valores atuais, acrescentou. Kasynov disse que o Clube de Bancos Londres iria perdoar 10,6bilhões do principal e ofereceu um período de carência de seteanos. De acordo com o comunicado divulgado sobre o acordo, opagamento da maior parte da dívida poderá ser feito em mais de30 anos. Ele disse estar otimista de que o acordo com o Clube deLondres poderia melhorar as chances para um acordo do débitorusso de 42 bilhões de dólares com o Clube de Paris, que negociao débito soberano. Ele disse que esperaria por prazos similares.

02-04-00  Pinto: O mercado secundário de títulos da dívida finalizou as operações da quinta-feira com tendência de alta. Os negócios ainda receberam incentivo da decisão do Fed (Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos) de elevar a taxa de juros em 0,25 ponto porcentual, dentro das estimativas dos analistas. Muitos investidores temiam uma alta de 0,5 ponto porcentual. O destaque foram os PARs mexicanos, que elevaram-se 2,24%, a 79,36% de seu valor nominal, depois de a agência Moody´s ter colocado o rating de crédito externo do país em revisão para uma possível elevação. Os C-Bonds subiram 0,6%, para 69,91 centavos por dólar. Os FRBs argentinos ganharam 0,32%, para 90,63% de seu valor de face, depois de o governo argentino ter anunciado ontem que irá trocar pelo menos US$ 1,75 bilhão de bônus do Tesouro por bônus Brady. Cerca de US$ 1 bilhão da negociação envolverá títulos da dívida com vencimento para 2005. Os PARs da Venezuela subiram 0,87%, para 68,46% do seu valor nominal. O presidente do país, Hugo Chávez, anunciou que a partir da próxima semana o imposto de 0,5% sobre transações financeiras na bolsa será extinto.

12-22-99  manya: TRADE IDEA-Brazil EIs relatively attractive-Merrill

NEW YORK, Dec 22 (Reuters) - Short-duration Brazil EI bonds <BRAZEI=RR> will benefit from the scheduled partial amortization of Brazil IDU <BRAIDU=RR> bonds, Merrill Lynch writes in its Emerging Markets Daily report. On January 4, Brazil will make about $900 million in payment on the IDUs. When Brazilian banks, which are the majority holders of IDUs, receive that payment, they will look to plow the money back into short-maturity Brazilian Brady bonds, benefiting the EIs, Merrill said. The $900 million IDU amortization payment represents about 24 percent of the $3.7 billion current market capitalization of the EI bonds.
"We expect this potential demand wil place more (upward price) pressure on the EI than has existed in the past," Merrill analysts wrote. "Furthermore, our analysis shows that although the EI bond has rallied recently, the rally has been consistent with the overall rally in Brazil. We do not believe the EI rally has yet run its course." The IDUs were down 5/8 at 99.0625 late Wednesday while the EIs were unchanged at 87-5/8.


11-19-99  BradyNet: "Welcome to BradyNet's all new Brazilian Newslink. News items on the left are updated every hour! Feel free to post your comments and opinions on below."



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